🌐 Tradução do inglês escrita pelo assistente, sem revisão humana; a página em inglês é a versão de referência.

Vida e obra

AnoAcontecimento
3 de janeiro de 1907Nasce como Mário Dias Ferreira dos Santos em Tietê, no estado de São Paulo, filho de Francisco Dias Ferreira dos Santos — português da região do Porto que dirigia a companhia teatral itinerante Guarany-Brazil e é descrito como pioneiro do cinema brasileiro. A data desce do verbete de Carlo Beraldo na Enciclopedia Filosofica de 1969, que chega a esta página apenas como citado na literatura secundária brasileira; a afirmação correspondente no Wikidata não traz referência alguma. Tietê é quase unânime, embora o aviso de curso da Faculdade Dehoniana de 2023 dê 'São Paulo, SP' — uma imprecisão num site institucional, não uma versão rival.[10] [6] [15] [18]
c. 1911 ≈A família muda-se para Pelotas, Rio Grande do Sul, onde o pai monta uma tipografia, um circuito de cinemas, o Teatro Guarany e a produtora Guarany Films; ali se passam a infância e a adolescência. O relato é o da dissertação da UFPB, que adverte em nota própria que toda a sua seção biográfica vem da monografia familiar inédita escrita pela filha e pela esposa do filósofo.[6] [12]
1913Aparece ainda criança em Os Óculos do Vovô, curta dirigido pelo pai e guardado pela Cinemateca Brasileira entre os filmes brasileiros mais antigos que sobrevivem. A ficha de filmografia citada (ID 001395) chega a esta página por uma nota da pt.wikipedia e não foi conferida diretamente na Cinemateca, de modo que a aparição fica registrada como não verificada.[16] [19]
1916–1924Estuda no Gymnasio jesuíta, depois Colégio Gonzaga, em Pelotas, até os dezoito anos. O pai, ateu e anticlerical, matriculou-o ali pela qualidade do ensino — a história de origem que ele próprio dava do seu primeiro contato com o que mais tarde chamaria de 'Filosofia Positiva'. O verbete de Beraldo confirma o colégio; a anedota é da monografia familiar.[6] [10] [12]
1925–1930Cursa Direito e Ciências Sociais na Faculdade de Direito de Porto Alegre e forma-se em 1930. Seu primeiro artigo de imprensa, 'O poeta da luz e da cor', sai no Diário Popular de Pelotas em 20 de julho de 1928 — o começo de uma carreira que chega a cerca de 177 artigos nos jornais de Pelotas, Porto Alegre e São Paulo. A dissertação da UFPB data o início do trabalho de imprensa em 1928; a data exata, o título e a contagem de artigos vêm da pt.wikipedia, que os tira da monografia familiar. Apoia como jornalista a Revolução de 1930 e depois ataca atos do novo governo.[6] [10] [19] [12]
1929Passa a dirigir o jornal gaúcho A Opinião Pública e casa-se; nascem duas filhas, Yolanda e Nadiejda. A cadeia aqui é testemunho familiar e não está corroborada de forma independente. As fontes ainda carregam uma colisão de nomes que não resolvem — Yolanda Duro Lhullier aparece ao mesmo tempo como sua mãe e como sua esposa — e ela fica aqui registrada em vez de ser disfarçada.[19] [12] [6]
dezembro de 1930É preso, ao que se relata por incentivar greves operárias, e solto por intervenção do general Flores da Cunha e do prefeito de Pelotas, Py Crespo, perdendo a direção do jornal. Publicou sua própria versão, 'PORQUE FUI DETIDO', em A Opinião Pública de 19 de dezembro de 1930 — um documento primário datável, localizado por uma nota da pt.wikipedia e não consultado aqui.[19]
1931–1938Uma lacuna documentada. Nenhuma fonte consultada para esta página dá conta desses oito anos, e a pt.wikipedia diz isso explicitamente. Fica registrada como desconhecida em vez de preenchida a partir da narrativa em torno.[19]
c. 1939–1941 ≈Retoma o trabalho de imprensa — Clímax em Pelotas, Movimento e o Diário de Notícias em Porto Alegre. Depois da morte do pai, a empresa familiar, a Empresa Xavier & Santos, a maior rede de cinemas do sul do Brasil e então sob sua direção, vai à falência em 1941.[6] [19] [12]
c. 1943 ≈Contratado pela Livraria do Globo, em Porto Alegre, para traduzir Nietzsche, Pascal, Amiel e Balzac, todos dos originais. A Globo recusa depois um ensaio filosófico de sua autoria, por conselho de um leitor que sustentava que os brasileiros não leriam filosofia — o motivo declarado de sua saída, e um relato que vem da monografia familiar. Os anos de cada tradução de Nietzsche são o ponto mais fraco desta cronologia: a dissertação da UFPel que os fixaria devolve 403 a esta sessão e não tem cópia no Wayback.[6] [12]
1944 ou 1945Muda-se para São Paulo. O ano não está resolvido e ambos ficam registrados: a pt.wikipedia dá 1945, um relato ligado à UFPel o faz chegar por volta de 1944 trazendo sua tradução da Vontade de Potência do período da Globo, e a dissertação da UFPB não dá ano nenhum. Em São Paulo traduz para a Editora Flama (Whitman, Benjamin Constant, Goethe), depois dirige a seção editorial da Editora e Distribuidora Sagitário, onde publica obra própria sob pseudônimo, e mais tarde trabalha na seção de livros raros da Livraria Ritz.[6] [19]
1945–1947Militância anarquista em São Paulo: atuante no Centro de Cultura Social, um dos principais núcleos anarquistas da cidade, onde dá palestras e conhece Jaime Cubero em 1945. Na Sagitário traduz Rudolf Rocker — a única tradução documentada do período anarquista. Dois textos circulam em periódicos libertários: Teses da Existência e da Inexistência de Deus, sob o nome de Charles Duclos (Sagitário, 1946), e Análise Dialética do Marxismo. É lido e citado por Edgard Leuenroth e por Cubero, e é um dos poucos estudiosos brasileiros do anarquismo cristão. Não se encontrou prova alguma de que tenha traduzido Stirner: o levantamento especializado das traduções portuguesas de Stirner não o menciona, e as versões portuguesas documentadas de Der Einzige são de outras mãos.[8] [19]
1947–1953Logos são três coisas, e nenhuma fonte consultada as concilia. A pt.wikipedia tem um Instituto Cultural Logos fundado em 1947, instituto de ensino com cursos presenciais e por correspondência de português, história, geografia, ciências, matemática, psicologia, filosofia, lógica, dialética e 'cosmovisão'. A dissertação da UFPB tem a Livraria e Editora Logos Ltda., a editora, fundada em 1953, cujos primeiros títulos são transcrições de cursos de oratória muito frequentados por políticos e advogados — Curso de Oratória e Retórica, Práticas de Oratória, Técnica do Discurso Moderno. A pt.wikipedia ainda menciona uma 'Logos S.A.' fundada depois de 1952. É plausível que sejam três etapas de um mesmo empreendimento; ficam registradas como três porque nada do que se consultou as une. De 1947 em diante ele diz ter-se dedicado inteiramente à filosofia, ensinando alunos particulares e pequenos grupos informais.[19] [6]
c. 1950 ≈Compila a coleção de formato barato 'Cultura para Milhões' para a Editora Edigraf — papel-jornal, sem ilustrações, deliberadamente de baixo custo, para ampliar o acesso.[6]
1952–1956Filosofia e Cosmovisão, depois designado volume 1 da Enciclopédia de Ciências Filosóficas e Sociais, abre o projeto, e seguem-se as introduções sistemáticas aos vários ramos: Lógica e Dialética (1953), Psicologia (1953), Teoria do Conhecimento (1954), Ontologia e Cosmologia (1954), Tratado de Simbólica (1956), Filosofia da Crise (1956), O Homem Perante o Infinito (1956) e Noologia Geral (1956). Esses anos são os da monografia da FAJE, e esta é a área mais embaralhada do registro. Só para o primeiro volume: 1952 sob o selo Edanee na narrativa da FAJE e na prosa da pt.wikipedia; 1954 pela Logos na própria bibliografia da pt.wikipedia, que contradiz a sua prosa; 1955 pela Logos no exemplar digitalizado que circula na internet. Reimpressões sem menção de nova edição e a renumeração retroativa de livros anteriores dentro da sequência enciclopédica são as causas prováveis; a regra aplicada aqui é citar o colofão que se pode ver e dizer de que exemplar se trata.[4] [19]
c. 1953–1955 ≈Saem os doze primeiros volumes. Os distribuidores recusam-se a levá-los por falta de procura, e ele então inaugura no Brasil a venda de livros de porta em porta e a prazo — venda a crediário — com êxito suficiente para ter de tomar instalações capazes de receber os representantes que chegavam de todo o país. A anedota vem pela monografia familiar.[6] [12]
1957Filosofia Concreta, a décima obra da série e aquela em que, na leitura acadêmica corrente, ele passa de comentador e ensaísta a filósofo. A data é a da monografia da FAJE; a lista de obras da pt.wikipedia dá 1956 e os tomos I–III digitalizados da Logos dão 1961.[4] [19]
1952–1968Que tamanho a Enciclopédia de Ciências Filosóficas e Sociais afinal alcançou é matéria de disputa, e os números não são ruído: dependem de as obras em vários tomos serem contadas uma vez ou várias, e de os livros com o selo Matese contarem ou não como volumes da enciclopédia. O verbete de Beraldo de 1969 dá 45 volumes 'em menos de quinze anos', e é a origem do número mais repetido sem atribuição; Carlos Eduardo de Carvalho Vargas (Revista Nures, PUC-SP, 2007) dá 48, o último deles intitulado Deus; Miriam Dornas Gomes Pereira (FAJE, 2019) dá 'mais de 50'; e descrições de catálogo fazem circular um quarto número, '45 planejados', que é outra afirmação ainda. O intervalo é relatado com a fonte de cada número; aqui não se escolhe nenhum.[10] [7] [4]
1963–1968Funda a Editora Matese, que publica clássicos, a série Matese e o longamente projetado Dicionário de Filosofia e Ciências Culturais em quatro volumes (1963). Seguem-se os livros tardios: A Invasão Vertical dos Bárbaros e A Sabedoria dos Princípios, que abre a série Matese, ambos de 1967, com A Sabedoria da Unidade também em 1967 e A Sabedoria do Ser e do Nada em 1968.[6] [4] [19]
11 de abril de 1968Morre, com quase toda a enciclopédia publicada em vida. A data é sólida: coincide em todas as fontes e está no verbete de Beraldo de 1969. Os pormenores não são. Que tenha morrido em São Paulo, de doença cardiovascular, e sido sepultado no Cemitério do Araçá repousa sobre três afirmações do Wikidata (P570, P20, P119), cada uma sem referência alguma quando se confere o JSON da entidade, e sobre um memorial do Find a Grave que devolve 403 a todos os clientes tentados aqui. Local, causa e sepultamento ficam portanto registrados como não verificados.[10] [15]
1976Stanislavs Ladusãns publica Rumos da filosofia atual no Brasil: em auto-retratos, cujas páginas 407–409 trazem o autorretrato do próprio Ferreira dos Santos e a muito citada frase 'Nunca ocupei nenhum cargo em nenhuma escola, por princípio'. Ladusãns o situa entre os principais filósofos brasileiros da primeira metade do século, ao lado de Flusser, Cruz Costa e Lima Vaz. O livro só existe impresso e não pôde ser obtido aqui, de modo que a citação chega em segunda mão. A alegação, largamente difundida, de que ele lecionou filosofia da ciência na Escola Politécnica da USP e filosofia da comunicação na Escola Superior de Cinema e na Escola de Arte Dramática nos anos 1960 está deliberadamente ausente desta cronologia: toda ocorrência rastreada volta a sites de movimento e de admiradores, e não a um registro institucional da USP, e esta frase dele próprio a contradiz.[11] [14] [19]
de 1988 em diante ≈Recepção acadêmica, rala e tardia. A dissertação de mestrado de Wadson Machado Neto na UFJF (1988) é repetidamente apontada como o primeiro estudo acadêmico; vêm depois Vargas (PUC-SP, 2007), Roger Moura dos Santos (UFPB, 2016), Elvis Amsterdã (UFSC, 2019), Pereira (FAJE, 2019) e Braga (Ítaca/UFRJ, 2024). João Cezar de Castro Rocha, no prefácio à Filosofia da Crise de 2017, atribui o longo esquecimento em parte à virada dos anos 1950 rumo à pesquisa filosófica universitária, diante da qual o autodidatismo de Ferreira dos Santos foi lido como ilegítimo — explicação dele, oferecida num livro da própria retomada, e registrada como tal.[6] [7] [17] [9]
1998–2003Reedições póstumas esparsas, e não de uma casa só: O Apocalipse de São João (Editorial Cone Sul, 1998), O Um e o Múltiplo em Platão e Pitágoras e o Tema do Número reeditados pela IBRASA (2000 e 2001), e Cristianismo, a Religião do Homem pela editora universitária EDUSC (2003). Em 2001 a É Realizações publicou A Sabedoria das Leis Eternas, o mais antigo dos seus títulos de Ferreira dos Santos que se pode datar aqui, 'com introdução, edição e notas de Olavo de Carvalho'. A É Realizações fora fundada em 2000 a partir de um espaço cultural que Edson Manoel de Oliveira Filho mantinha desde 1995 e que abrigou os cursos de Olavo de Carvalho a partir de 1996–97.[19] [13]
2007–2019As reedições sistemáticas da É Realizações: Tratado de Simbólica (2007), Filosofia Concreta (2009), A Invasão Vertical dos Bárbaros (2012), Filosofia e Cosmovisão (2015, reimpresso em 2018), Filosofia da Crise (2017, com prefácios de Hans Ulrich Gumbrecht e João Cezar de Castro Rocha) e Homens da Tarde (2019); Lógica e Dialética saiu pela PAULUS em 2007. Esses anos vêm de registros bibliográficos e de varejo de terceiros: o sítio da própria editora recusa conexões desta sessão, de modo que seu catálogo não pôde ser conferido. As reedições vieram acompanhadas de uma camada de perfis simpáticos na imprensa brasileira e em blogues culturais, que repetem sem atribuição o número da enciclopédia e a biografia; são citados aqui como prova do discurso de redescoberta e não como fontes de nada do que ele contém.[17] [19] [5] [3]
8 de maio de 2018A autoria da retomada é ela própria contestada, e aqui é atribuída em vez de afirmada. Francisco Escorsim relata na Gazeta do Povo que o programa da É Realizações de republicação de Ferreira dos Santos, até então gerido por Olavo de Carvalho, havia sido reatribuído, produzindo 'mudanças significativas no tratamento editorial' e poucos títulos novos desde então. É o único relato de imprensa independente sobre a história interna da retomada, e é por isso que nesta página não se afirma nenhuma versão de 'a É Realizações resgatou Mário Ferreira dos Santos': isso é uma alegação com história por trás.[13]
2023Vida e Obra de Mário Ferreira dos Santos: Uma Introdução, de Elvis Amsterdã (Curitiba: Editora Danúbio, 100 pp.) — o primeiro estudo biográfico em forma de livro, com cronologia biográfica, fotografias e documentos inéditos em apêndice, resenhado no ano seguinte na Revista Filosófica de Coimbra. Esta página o conhece apenas por essa resenha, e ele é o livro a ler antes que qualquer uma das divergências registradas acima seja dada por encerrada.[9]

Recepção no COF

Presente em 141 dos 589 arquivos de transcrição do Curso Online de Filosofia; 20 aulas o tratam substancialmente (5 ou mais menções). As aulas com maior presença:

Esta seção documenta o que Olavo disse e quando — nunca o que o filósofo «realmente» quis dizer. As caracterizações são de Olavo, ligadas a uma aula por número e data.

AulaDataMenções
732010-09-0413
712010-08-2112
1002011-04-0212
409—12
112009-06-2011
142009-07-119
752010-09-189
1412012-02-118
322—8
422010-01-237
2792015-01-177
322009-11-146
332009-11-216
412010-01-166
482010-03-066

Um traço na coluna de data significa que o arquivo de transcrição não tem data verificada: um arquivo sem data, não uma aula sem data. As contagens são correspondências insensíveis a acentos e com limite de palavra sobre o corpus público de transcrições.[1] [2]

Referências

  1. COF — community transcriptions of the Curso Online de Filosofia (585 lectures) — Community transcription repository (upstream declares CC0 for the transcription work; the lectures remain the estate's)
  2. COF em Áudio — lecture audio collection — Internet Archive (community upload)
  3. Os Brasileiros: Mário Ferreira dos Santos — Jornal da Besta Fubana (Brazilian cultural blog — biographical profile, sympathetic perspective)
  4. O ponto arquimédico da Filosofia Concreta segundo a concepção de Mário Ferreira dos Santos (Miriam Dornas Gomes Pereira, monografia, 2019) — FAJE — Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (academic monograph)
  5. Redescobrindo o filósofo brasileiro Mário Ferreira dos Santos (Eduardo Luiz Santos Cabette, 2014) — Migalhas (Brazilian legal portal — opinion article, sympathetic perspective)
  6. Roger Moura dos Santos, A via simbólica na fundamentação da Matese de Mário Ferreira dos Santos (dissertação de mestrado, UFPB, 2016) — Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Universidade Federal da Paraíba
  7. Carlos Eduardo de Carvalho Vargas, 'Contribuições filosóficas de Mário Ferreira dos Santos à metodologia da pesquisa sobre religião', Revista Nures n. 5 (2007) — Núcleo de Estudos Religião e Sociedade, PUC-SP
  8. Gustavo Ramus, 'Anarquismo cristão e sua influência no Brasil', verve n. 13 (2008) — verve — revista semestral autogestionária do Nu-Sol, PUC-SP
  9. Recensão: Elvis Amsterdã, Vida e Obra de Mário Ferreira dos Santos: Uma Introdução (Danúbio, 2023), Revista Filosófica de Coimbra n. 66 (2024), pp. 479–485 — Revista Filosófica de Coimbra (Universidade de Coimbra)
  10. Carlo Beraldo, entry on Mário Ferreira dos Santos, in Enciclopedia Filosofica (Centro di Studi Filosofici di Gallarate), Firenze: Sansoni, 1969, p. 231 — Centro di Studi Filosofici di Gallarate / G. C. Sansoni Editore (Open Library record for the edition)
  11. Stanislavs Ladusãns, Rumos da filosofia atual no Brasil: em auto-retratos (1976), pp. 407–409 — Open Library record for the edition
  12. Nadiejda Galvão and Yolanda Santos, Monografia sobre Mário Ferreira dos Santos (unpublished, 2001) — Unpublished family monograph; its existence and role documented at note 1, p. 12 of the UFPB dissertation (linked)
  13. Francisco Escorsim, 'As editoras em tempos de guerra cultural – II', Gazeta do Povo, 8 May 2018 — Gazeta do Povo (Brazilian daily — opinion column)
  14. Eduardo Bonzatto, 'Mário Ferreira dos Santos, Vilém Flusser e Olavo de Carvalho: o peso dos intelectuais fora da universidade', Pragmatismo Político, 14 February 2024 — Pragmatismo Político (Brazilian opinion site — left-of-center)
  15. Mário Ferreira dos Santos (Q672004) — Wikidata
  16. Os Óculos do Vovô (1913) — Cinemateca Brasileira filmography record 001395 — Cinemateca Brasileira (filmography database)
  17. Mário Ferreira dos Santos, Filosofia da Crise (São Paulo: É Realizações, 2017), prefaces by Hans Ulrich Gumbrecht and João Cezar de Castro Rocha, pp. 1–17 — É Realizações (Open Library record for the edition)
  18. Geysel Rodrigues, 'Mario Ferreira dos Santos: o curso sobre um filósofo brasileiro', Faculdade Dehoniana, 7 July 2023 — Faculdade Dehoniana (Catholic higher-education institution, Taubaté)
  19. Mário Ferreira dos Santos — Portuguese Wikipedia