| 1965 |
1965-06-27 |
Camilo Torres laicizado; lidera a Frente Unido — Depois de cofundar a primeira faculdade de sociologia da América Latina na Universidad Nacional após estudar em Lovaina, Torres pediu para ser reduzido ao estado laical em meio ao conflito com o cardeal Concha e celebrou sua última missa na igreja de San Diego, dedicando-se ao movimento de frente popular Frente Unido, cujo semanário havia sido lançado naquele agosto. Meses depois juntou-se à guerrilha do ELN.[3] [1] |
| 1966 |
1966-02-15 |
Morte de Camilo Torres — O padre e sociólogo colombiano, que havia se juntado à guerrilha do ELN, é morto em seu primeiro combate; depois invocado como símbolo precursor, embora sua opção pela luta armada não fosse representativa dos teólogos da libertação.[1] |
| 2026 |
2026-01-23 |
Identificados os restos mortais de Camilo Torres — O ELN informa a localização e entrega os restos mortais do padre guerrilheiro, identificados cerca de 60 anos após sua morte em 1966.[5] |
| 2026 |
2026-02-18 |
Restos mortais de Camilo Torres entregues para novo sepultamento — Sessenta anos após sua morte, e depois que a unidade estatal de pessoas desaparecidas (UBPD) confirmou a identificação por DNA, os restos de Torres foram entregues ao padre ativista Javier Giraldo após uma missa na Universidad Nacional, onde o presidente Gustavo Petro apoiou o novo sepultamento no campus do qual Torres fora capelão.[6] [7] [5] |