A palavra-chave metodológica da teologia da libertação: a teologia como 'reflexão crítica sobre a práxis' (Gutiérrez) — partindo da prática concreta entre os pobres, e não de uma doutrina aplicada de cima para baixo. A crítica da Instrução de 1984 visava versões deste método que julgava importar acriticamente a análise marxista.[1]